ProXXIma Pocket traz em 26 de abril três especialistas para discutir Analytics, com  o tema ”O meu é maior: Medir sim, mas como? E depois, fazer o que?”. Os palestrantes são Carlos Medina, diretor geral da MediaMind, Roberto Ekersdorff, CEO da AUNICA, e Marcelo Marzola, diretor geral da Predicta.
O evento é fechado (uma pena!) e será em São Paulo. Para nós que não fazemos parte deste seleto grupo, resta acompanhar os bastidores do Pocket pelo Twitter (@proxxima) e pela página do Facebook (ProXXIma).

No universo dos conflitos de consumo, os consumidores ganham uma nova forma de protesto impulsionada pelo surgimento das redes sociais. Twitter, Facebook, YouTube, Orkut são ferramentas que a cada dia ganham espaço entre os internautas brasileiros. Segundo o Ibope Nielsen Online, o número de pessoas com acesso à internet atingiu 73,9 milhões no último trimestre de 2010. A mesma pesquisa mostrou que o internauta brasileiro passa mais de 60h/mês navegando na internet em busca de entretenimento e informação; e saibam que 54% acessam as redes sociais mais de uma vez por dia.
 
São números como esses que mostram uma forte tendência: estamos mais conectados e dispostos a dialogar por meio sites de redes sociais, blogs, bate-papos, fóruns e outras páginas de relacionamento. E nesse buchicho virtual, podemos observar, também, a mudança de comportamento dos consumidores, que atendos aos seus direitos agora usam esses espaços para reclamar e protestar contra empresas quando se sentem insatisfeitos ou injustiçados em relação a serviços e produtos consumidos.
 
Essa nova forma de reclamar está mudando também o comportamento das empresas, que agora estam começando a enxergar a importância de monitorar a internet para saber o que os consumidores estão falando e querendo em relação aos seus produtos. Essa preocupação é vital para as intituições que desejam conhecer os hábitos do seu público-alvo e planejar ações estratégicas para saber como posicionar suas marcas nas redes sociais.
 
Se antes o dono da empresa tinha que acionar o departamento jurídico para resolver problemas gerados por reclamações no Procon ou na Justiça; hoje ele também tem colocar a área de comunicação também na jogada para monitorar as reclamações virtuais. Estas são as mais preocupantes. Não envolvem a Justiça ou uma indenização monetária, mas se espalham rapidamente e podem atingir, em questão de minutos, diversos grupos de consumidores. Esse prejuízo quase sempre atinge em cheio o ativo da marca da empresa e pode abalar, seriamente, a sua reputação.
 
Conclusão: ignorar o comportamento dos usuários na internet e nas redes sociais é um erro fatal; e manter-se fechado ao diálogo com o cliente é extremamente prejudicial à saúde da sua empresa. Fica mais alguns dados para reflexão:
 
Segundo pesquisa realizada pela ComScore, cerca de 58% de quem faz compra online inicia sua decisão nos mecanismos de busca, 24% nos sites das empresas e 18% nas redes sociais. Já 40% dos internautas que usam os mecanismos de busca no processo de decisão de compra também utilizam as redes para amparar a opinião, e 46% dos internautas que usam as redes sociais depois complementam informações nos buscadores antes de decidir.

O Facebook atingiu em agosto deste ano 8,9 milhões de visitantes. O dado foi divulgado pelo estudo da comScore que mostrou o panorama das redes sociais no Brasil.

E aproveitando o crescimento da rede de relacionamento no Brasil, já tem empresa olhando para o Facebook com outros olhos. Um bom exemplo é o Santander que iniciou a sua participação no Facebook para interagir com os clientes. Para isso, foi criado o Santander Brasil –  um espaço que disponibilizará vídeos e informações sobre outros assuntos, como sustentabilidade e cultura.

No Facebook, o Santander permitirá criar um histórico e organizar as perguntas mais recorrentes em blocos de assuntos para facilitar a busca. Dessa maneira, quem tiver uma dúvida sobre determinado tema poderá recorrer ao ambiente do Santander na rede social para conhecer tudo o que já foi trocado a respeito.

“O posicionamento do Santander Brasil é estar próximo do cliente e da sociedade para fazer junto. As novas formas de comunicação estão sendo usadas nesse sentido. Não queremos gravadores ou respostas automáticas, queremos mostrar o nosso jeito de agir e interagir, ser uma organização aberta, transparente e humana”, explica Fernando Byington Egydio Martins, vice-presidente executivo de Marca, Marketing e Comunicação Corporativa.

Com informações do site Proxxima

Um post muito interessante que li no blog Web diálogos com uma diagramação by Pages.

ícones: www.dryicons.com

 

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