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Conteúdo cidadão e a finalidade do diploma de jornalista

03/08/2009

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspende a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão tem dividido opiniões – aliás algumas muito calorosas.

Como jornalista sinto que pegaram o meu diploma e o jogaram no lixo. Não vou disfarçar a frustação, mas, também, vamos ser realistas: fico mais decepcionada ao encontrar tantos colegas de profissão despreparados para o cumprimento do ofício.

Quando menciono o despreparo, estou falando daqueles que lotam as faculdades particulares espalhadas pelo Brasil, se formam de qualquer maneira (aliás, pagam muito caro e dificilmente serão testados e preparados da forma como deveriam ser), depois ganham o diploma e acham que estão prontos para informar a “verdade” e prestar um grande serviço à sociedade.

Não tenho vergonha de falar. Estudei em uma dessas faculdades e considero que o meu maior aprendizado, durante os quatro anos de estudo, foi com a prática e não com a teoria. Tive bons professores, outros nem tanto e alguns péssimos. Lá aprendi que quem faz a “escola” é o aluno e tive mais certeza disso, quando comecei a frequentar  a Universidade de Brasília – UnB e percebi que na universidade a teoria ganhava de 10 a 0 , mas a possibilidade de estudar e trabalhar era praticamente inexistente. Por isso, optei pela faculdade paga e não me arrependo da escolha.

Não saí de lá jornalista. Tive que aprender a escrever bem na “marra”. Ainda tenho as minhas deficiências – escrevo e falo muito (o meu perfil está aí para provar). Então a pergunta que não quer calar: eu precisava desses quatro anos para saber o que eu faço hoje?

Adoro a internet, sou fascinada pelas redes do Social Media e todos os dias encontro pessoas que não são jornalistas, mas, mesmo assim, sabem escrever e o mais importante: sabem por que estão escrevendo.

Já ouviram falar da Garota sem Fio? Ela é dentista, apaixonada por tecnologia, possui um blog, é  consultora em tecnologia móvel, dentista homecare e ainda é comentarista na rádio CBN, em Curitiba. Fala sério, ela é ou não tão jornalista quanto eu?

Eu acho que essa pergunta responde a minha primeira pergunta…

 Os meus quatro anos de faculdade foram válidos e o meu diploma não é aquele papel que apresento toda vez que vou fazer uma pós. O meu diploma é o meu conhecimento e a minha vontade de estudar e compartilhar.

O grande erro do STF não foi transformá-lo em papel de “jornal com data de ontem”, mas, sim, em confundir liberdade de expressão com exercício profissional.

O mundo está cada vez mais conectado, a informação é cada vez mais colaborativa e a mobilidade social transforma, dia-a-dia, conhecimento em inteligência. Definitivamente a liberdade de expressão nunca foi tão presente e democrática e o exercício dessa democracia é para todos.

Mas não são todos que se destacam e realmente sabem como transmitir algo relevante. O nosso grande desafio continua sendo saber filtrar e para isso ainda não existe diploma.

Para finalizar a conversa!

Clóvis Rossi escreveu sobre o assunto: ”não há faculdade no mundo capaz de preparar quem quer que seja para a miríade de temas que a profissão coloca na pauta dos jornalistas”. Segundo ele, a ética pode ser aprendida em qualquer faculdade. “Seria prepotência demais dos professores de jornalismo – e dos jornalistas – achar que detêm o monopólio da ética”, completa.

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Resenha: “Twitter – Influenciando pessoas & conquistando o mercado!”

28/07/2009

livro_twitter_anderson_vieira_menorAcabei de ler o livro de Anderson Vieira Twitter – Influenciando pessoas & conquistando o mercado! que funciona como um guia sobre como usar o Twitter nas ações de marketing. Em primeiro lugar, parabéns Anderson! A qualidade editorial do livro é excelente, além disso, é bastante didático e funcional, principalmente, para aqueles que estão começando a entender o que é o Twitter e como usar a ferramenta para conquistar mercado, reputação e clientes.

Para quem já trabalha e conhece bem a ferramenta o livro não trará grande novidades. O próprio autor avisa: “… lembre-se de que assim como existe leitores com sólidos conhecimentos em determinado assunto, existem leitores para os quais tudo é novidade.”

A seguir comento alguns trechos do livro – para quem deseja comprar, indico a Livraria Cultura:

“Não faça falsas promessas”.
Premissa básica que no mundo do social media ganha mais força, pois se você enganar ou iludir o consumidor ele, com certeza, irá falar mal do seu produto e por meio de ferramentas como o Twitter essa reclamação crescerá de forma exponencial.

“Texto bom = site excelente”.
Ainda vejo muita gente errando nesse ponto. O conteúdo (quando bem escrito) e relevante conquista o internauta. Pode ter certeza que um dos pontos que justifica o sucesso do Twitter é o limite de 140 caracteres (o suficiente para transmitir um texto relevante).

“Uma boa campanha exige a junção de várias tarefas e etapas… e no mundo digital, uma coisa puxa a outra”.
Para o sucesso de qualquer ação, seja na mídia online ou offline, o planejamento é a palavra-chave. A ferramenta virou febre no Brasil e muitas empresas estão interessadas em saber como usá-la para sair na frente dos concorrentes. Mas não basta criar um perfil, escrever as mesmas coisas que sempre são ditas nas peças publicitárias e achar que está “por dentro do movimento”.  É preciso ter um plano, criar uma metodologia e aliar todas as ações de comunicação. Anderson destaca: “… ao se aventurar no marketing digital, não caia na tentação e fazer tudo exatamente como na vida real. São mundos diferentes, com regras diferentes, mas que interagem entre si”.

Próxima leitura, Google Marketing –  O guia definitivo de marketing digital,
de Conrado Adolpho Vaz.

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Vamos blogar?

21/07/2009

Blogger, WordPress, agora Tumblr. Você já ouviu falar dessa ferramenta? Estou testando e, até agora, achei bem interessante. A dica é do Negão Internauta, que via Twitter, RT o Rafa Barbosa e assim cheguei ao site www.tumblr.com. Palavras no Negão: “O Tumblr está mais para Twitter ou Meme do que para Blogger.”

Ele tem razão, em menos de cinco minutos criei a minha conta e customizei o meu perfil. Abrir uma conta no Tumblr é muito fácil e a navegação é bastante interessante. Basta deixar um e-mail, escolher sua senha e seu URL e pronto! Você já está apto para postar.

O mais interessante é a apresentação dos posts, bem simples e objetiva. Além disso, permite o upload de audio e vídeo. Negão Internauta ainda dá a dica: “Pode publicar por e-mail e, acredite, até por telefone. Você liga para o site, grava o audio e publica. Incrível.”

Ainda não experimentei essa funcionalidade, mas já gostei!

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Y! Meme: será que pega?

17/05/2009

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Comecei o dia de trabalho lendo o post do Eric Messa “Y! Meme: será que o Twitter será logo substituido?” e como sou fã do Twitter resolvi pesquisar mais sobre o novo microblog criado pelo Yahoo. Na verdade, eu gostaria de testá-lo, mas a rede foi aberta exclusivamente para alguns convidados, que podem indicar outros potenciais usuários para a rede. Infelizmente não estou nesta lista… Snif!

Seguem algumas informações sobre a nova ferramenta:

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O que quer dizer a palavra Meme, segundo os seus idealizadores.

Hoje em dia, um “meme” na internet é entendido popularmente como um conteúdo que vira febre e é reproduzido por todo mundo. O termo “meme” foi criado por Richard Dawkins, no seu livro “O Gene Egoísta”, de 1976. Dawkins e outros cientistas depois dele identificaram o meme como um fragmento de cultura ou comportamento que é replicado de cérebro a cérebro, de forma parecida com o que acontece com os genes na biologia.

É evidente que o termo “meme”, como usamos aqui, é uma adaptação livre e expandida do seu sentido científico estrito, mas não foge da essência da ideia. Os memes correm soltos pela Internet desde o início, sobrevivendo sob chuvas torrenciais, conexões instáveis, sol escaldante e caixas de e-mail lotadas. Esperamos que aqui eles encontrem um lar aconchegante para viver tranquilamente e se reproduzir à vontade.

Fonte: http://memesfera.wordpress.com/ 

Algumas opiniões…

Yahoo! Meme: Primeiras Impressões 
4linking informa… (Faborja escreve: se conseguir um convite, estou na fila!)
 

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Tecnologia & Sustentabilidade

03/05/2009

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Rastrear e monitorar eletronicamente, por meio de chips, todas as árvores em Mato Grosso. A proposta que saiu do senado visa implementar o projeto fruto de um estudo da área de desenvolvimento tecnológico do Instituto Web Florestal Planet, com sede em Brasília e escritório em Cuiabá.

A ideia é demarcar em campo árvores comerciais remanescentes e portas sementes, possibilitando, assim, de forma criptografada, gravar as coordenadas e todas as informações tais como: nome científico e vulgar, altura, diâmetro, volumetria, e outros. A intenção é impossibilitar totalmente a manipulação dos dados colhidos em campo, garantindo a segurança e fidelidade das informações, acabando com a geração de créditos virtuais (madeiras inexistentes, falsa volumetria, substituição de espécies), ou seja, a quantidade de madeira física e contábil sempre serão as mesmas.

Uma iniciativa que valhe ser acompanhada de perto!
Tomara que não seja politicagem…
Mais informações: www.institutowebflorestal.com