Posts com Tag ‘cultura’

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Titãs – A vida até parece uma festa

13/01/2009

titasPara quem gosta de rock e para quem gosta mais ainda do rock brasileiro… o filme “Titãs – A vida até parace uma festa” é um prato cheio.
A fórmula geração BRock 80 e telas de cinema deu muito certo com “Cazuza – O tempo não pára”.

Agora é a vez da banda paulista, que conta sua história em forma de documentário, com cenas inéditas dos bastidores, ilustrando a vida dos músicos dentro e fora dos palcos.

As gravações de álbuns antológicos e de grandes sucessos estarão nas telas através das imagens captadas pela banda e, principalmente, por Branco Mello, que saiu gravando tudo que acontecia com o Titãs em plena explosão musical.

São 22 anos de estrada, com mais de 200 horas de vídeo, que foram trabalhados e dirigidos por Mello e Oscar Rodrigues Alves. Felicidade e satisfação plena para os fãs e admiradores, que poderão conhecer mais sobre essas “cabeças” do rock nacional.

EM BREVE NOS CINEMAS!
NO RIO JÁ TEVE PRÉ-ESTRÉIA

Produção: Academia de Filmes
Co-produção:  Casa 5

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Socialismo 2.0

27/11/2008

Uma boa discussão sobre a importância de um gênio da literatura…
Adoro o blog da livraria Cultura e achei muito interessante o post de Ruy Neto “Saramago: internet e revolução”. Pois bem, este brilhante escritor tem quase 90 (para ser mais precisa são 86) e vejam que sensacional: ele tem um blog!!!!! Eu adoro quando me deparo com pessoas de outras gerações se rendendo aos encantos da tecnologia e das redes sociais.

Mas, o mais legal ainda não é isso. O Ruy escreve: “Estava me preparando para a coletiva de imprensa com José Saramago hoje quando me deparei com a entrevista do pensador Kevin Kelly (abaixo) postada pelo Jorge Carvalho. Kelly comenta sobre o socialismo 2.0, um termo que usa para definir as mudanças sociais inesperadas que podem acontecer com a evolução da internet e das potencialidades de colaboracionismo entre as pessoas na rede”.

O post estava ficando cada vez melhor, afinal o debate é bastante interessante e a linha de raciocínio do Kevin Kelly, merece leitura. Para ele, estamos nos transformando de “pessoas dos livros” em “pessoas das telas”.  

Mas o melhor do post vem agora: um comentário “brilhante”, de um “pensante” também “brilhante”, que teve a resposta certa, na hora certa… Viva a liberdade de expressão…

O Dionisius comenta:
Nov 26th, 2008 at 5:27 pm

Um dia Saramago será reconhecido pelo que realmente é: um péssimo escritor de idéias carcomidas.
Esta sua declaração – “não sou pessimista, o mundo que é péssimo” – é típica da arrogância esquerdista, que desde a revolução francesa tenta corrigir o mundo, torná-lo mais igualitário, livre e justo, mas só consegue produzir pilhas de cadáveres.
Saramago hoje tem o mesmo tipo de prestígio que Sartre tinha à sua época (quando vivia a idolatrar Stalin!), hoje a obra do zarolho francês é uma excêntrica amostra do que foi produzido pelos pensadores na década de 60…aguardemos o que será da obra e do pensamento de Saramago com o passar do tempo.

Ruy de forma bem educada (e quase que em tempo real) responde:
Nov 26th, 2008 at 5:47 pm

Bom Dionisius, um péssimo escritor em geral possui ou conquista péssimos leitores. Acho que não é o caso de Saramago cuja a obra já foi lida e é admirada por experientes leitores. Mais: se ele fosse mesmo um péssimo escritor não seria respeitado o suficiente para manter idéias “carcomidas” ainda hoje. Não vou discutir o marxismo e nem as posições de Saramago porque, de fato, não acho seja (como ja se viu que não é) através de um revolução armada que possa se chegar ao poder, ou mesmo que se tenha que conquistá-lo de alguma forma que não através do regime democrático. Fico apenas em defesa da obra de Saramago, que esta sim, já se mantém imortal. abs.

Aplausos para o Ruy!!!!!!

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Woody Allen fala sobre a própria obra

24/11/2008

woody_capa_blog1Há mais de três décadas, o jornalista Eric Lax recebeu a incumbência de escrever um perfil de um comediante novato de Nova York.
Quem?!?!?! Nada menos que Woody Allen.
Ali começava uma relação duradoura, que rendeu sucessivas entrevistas com o diretor americano ao longo de 36 anos. Dessa amizade surgiu o livro “Conversas com Woody Allen” (Cosac & Naify).

O escritor primeiro desmembrou as diversas entrevistas para depois reorganizá-las cronolgicamente dentro de capítulos temáticos que percorrem todo o processo criativo do cineasta. Lax traz desde a gênese das idéias até a elaboração da trilha sonora dos filmes de Allen, além da voz do cineasta para fazer uma avaliação de sua própria carreira.

Para os que gostam de Woody: APROVEITEM
Para os que não gostam: MORRAM DE RAIVA