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Sites de relacionamento lideram navegação doméstica no Brasil

08/12/2008

computador_02Um relatório divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Ibope//Netratings, referente ao uso da internet em outubro de 2008, mostra que os sites de relacionamento dominam o tempo de navegação doméstica no país. De acordo com o estudo, 34,5% do tempo total navegado em computadores residenciais é dedicado a redes sociais (caso do Orkut, MySpace e Facebook), blogs, fóruns e outras páginas de grupos de interesses que compõem a categoria “sites de relacionamento”. Segundo a pesquisa, em todo o país, 36,3 milhões de pessoa têm acesso à internet em casa. No entanto, o número daquelas que efetivamente navegam é menor: em outubro, foram 24,4 milhões de internautas domésticos. Em todo os ambientes — incluindo empresas, LAN houses e telecentros, por exemplo — o número de pessoas com mais de 16 anos e acesso à web no Brasil ficou em 43,1 milhões em outubro.

Bem, eu estou dentro destes 34%, tentando dividir o meu tempo entre o trabalho, o curso Web 2.0 da FGV, o Twitter e agora com as Pétalas. Mas com uma boa administração tudo interage e, no final, acaba dando certo..
Os números da pesquisa são interessantes, até mesmo, porque no Brasil ferramentas como o Orkut merecem algumas linhas de discussão… Em 2005, o criador do Orkut não entendia o sucesso da rede no Brasil. Depois do MySpace anunciar o lançamento do site em português voltado para brasileiros, foi a vez do Facebook.
Já o Twitter ganha relevância em 2008, mas se mantém como um site de nicho, “ao contrário do Orkut em 2005 ou do YouTube em 2006, que chamaram a atenção do mercado ao mesmo tempo em que dominaram os gráficos de serviços mais acessados do ano, o Twitter ainda se mantém como um site de nicho”. Vale a leitura no site do IDG NOW

E não deixem de ler, também:

Cuidado com o que você coloca na internet.
As empresas de recrutamento estão de olho em informações pessoais colocadas em sites sociais de relacionamento
como Orkut, Twitter, Facebook e MySpace.
Consultores ouvidos pelo G1 dizem que as informações, apesar de não eliminarem necessariamente o candidato, podem ser objeto de questionamento nas entrevistas pelos recrutadores.