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Resenha: “Twitter – Influenciando pessoas & conquistando o mercado!”

28/07/2009

livro_twitter_anderson_vieira_menorAcabei de ler o livro de Anderson Vieira Twitter – Influenciando pessoas & conquistando o mercado! que funciona como um guia sobre como usar o Twitter nas ações de marketing. Em primeiro lugar, parabéns Anderson! A qualidade editorial do livro é excelente, além disso, é bastante didático e funcional, principalmente, para aqueles que estão começando a entender o que é o Twitter e como usar a ferramenta para conquistar mercado, reputação e clientes.

Para quem já trabalha e conhece bem a ferramenta o livro não trará grande novidades. O próprio autor avisa: “… lembre-se de que assim como existe leitores com sólidos conhecimentos em determinado assunto, existem leitores para os quais tudo é novidade.”

A seguir comento alguns trechos do livro – para quem deseja comprar, indico a Livraria Cultura:

“Não faça falsas promessas”.
Premissa básica que no mundo do social media ganha mais força, pois se você enganar ou iludir o consumidor ele, com certeza, irá falar mal do seu produto e por meio de ferramentas como o Twitter essa reclamação crescerá de forma exponencial.

“Texto bom = site excelente”.
Ainda vejo muita gente errando nesse ponto. O conteúdo (quando bem escrito) e relevante conquista o internauta. Pode ter certeza que um dos pontos que justifica o sucesso do Twitter é o limite de 140 caracteres (o suficiente para transmitir um texto relevante).

“Uma boa campanha exige a junção de várias tarefas e etapas… e no mundo digital, uma coisa puxa a outra”.
Para o sucesso de qualquer ação, seja na mídia online ou offline, o planejamento é a palavra-chave. A ferramenta virou febre no Brasil e muitas empresas estão interessadas em saber como usá-la para sair na frente dos concorrentes. Mas não basta criar um perfil, escrever as mesmas coisas que sempre são ditas nas peças publicitárias e achar que está “por dentro do movimento”.  É preciso ter um plano, criar uma metodologia e aliar todas as ações de comunicação. Anderson destaca: “… ao se aventurar no marketing digital, não caia na tentação e fazer tudo exatamente como na vida real. São mundos diferentes, com regras diferentes, mas que interagem entre si”.

Próxima leitura, Google Marketing –  O guia definitivo de marketing digital,
de Conrado Adolpho Vaz.

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Y! Meme: será que pega?

17/05/2009

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Comecei o dia de trabalho lendo o post do Eric Messa “Y! Meme: será que o Twitter será logo substituido?” e como sou fã do Twitter resolvi pesquisar mais sobre o novo microblog criado pelo Yahoo. Na verdade, eu gostaria de testá-lo, mas a rede foi aberta exclusivamente para alguns convidados, que podem indicar outros potenciais usuários para a rede. Infelizmente não estou nesta lista… Snif!

Seguem algumas informações sobre a nova ferramenta:

texto_imagem_meme_final

 

O que quer dizer a palavra Meme, segundo os seus idealizadores.

Hoje em dia, um “meme” na internet é entendido popularmente como um conteúdo que vira febre e é reproduzido por todo mundo. O termo “meme” foi criado por Richard Dawkins, no seu livro “O Gene Egoísta”, de 1976. Dawkins e outros cientistas depois dele identificaram o meme como um fragmento de cultura ou comportamento que é replicado de cérebro a cérebro, de forma parecida com o que acontece com os genes na biologia.

É evidente que o termo “meme”, como usamos aqui, é uma adaptação livre e expandida do seu sentido científico estrito, mas não foge da essência da ideia. Os memes correm soltos pela Internet desde o início, sobrevivendo sob chuvas torrenciais, conexões instáveis, sol escaldante e caixas de e-mail lotadas. Esperamos que aqui eles encontrem um lar aconchegante para viver tranquilamente e se reproduzir à vontade.

Fonte: http://memesfera.wordpress.com/ 

Algumas opiniões…

Yahoo! Meme: Primeiras Impressões 
4linking informa… (Faborja escreve: se conseguir um convite, estou na fila!)
 

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A importância de monitorar redes sociais

16/04/2009

Das redes sociais à inovação muitas pedras vão rolar; e muitas empresas “inovadoras” vão experimentar o gosto amargo do excesso de confiança ou da falta de bom senso. Diante do dinamismo da rede não pensar de forma estratégica e ignorar a fase de MONITORAMENTO pode custar caro. 

Artigo da AdAge atesta que a Amazon foi acusada no último
final de semana de censurar livros de temática gay ; a resposta teria
vindo muito mais tarde do que o necessário, graças à falta de monitoramento
de sites como o Twitter

“Amazon: a empresa de internet que não entende a internet” foi o meu favorito dentre milhares de tweets sobre um caso recente em que a loja virtual Amazon teria censurado livros de temática gay e lésbica. O episódio prova que mesmo uma empresa querida pode pagar um alto preço por não monitorar sua marca nas redes sociais.

Durante o final de semana, milhares de pessoas no Twitter, em blogs, fóruns e no Facebook observaram e que os livros de temática gay escritos por gente como James Baldwin, Gore Vidal e Jeanette Winterson foram removidos de súbito das listas da Amazon e de seu mecanismo de busca. A Amazon acabou respondendo somente na noite deste segunda-feira, 13, afirmando que se tratava de algo “embaraçoso”.

Mas já foi tarde. A Amazon aprendeu uma lição amarga sobre as tags utilizadas para restrear as conversas no Twitter, tais como a #amazonfail, que se tornou o tópico líder na rede de microblogging com seus 9 milhões de membros.

No começo, a Amazon disse que o incidente havia sido uma falha técnica, mas sites reportaram que a falha havia sido causada por um hacker que explorou a vulnerabilidade das ferramentas de notas para os produtos. E logo a tag #glitchmyass (falha técnica o caramba!) ganhou a rede.

Durante o final de semana, a Amazon manteve o silêncio. Inclusive seu chefe de tecnologia Werner Volgels, que está no Twitter não escreveu nada sobre isso. Finalmente, nesta segunda-feira, 13, veio a justificativa “falha técnica”.Se o incidente é uma falha ou ataque hacker, não é o que de discute.

A Amazon deveria monitorar sua marca nas redes sociais 24 horas por dia e 7 dias na semana. Assim, poderia responder mais cedo e de maneira mais clara. Mesmo que não conhecesse a causa do problema, deveria ter dito isso e explicado que iria atrás para descobrir.

Neste era de comunicação instantânea, nenhuma empresa pode parar de prestar atenção ao que estão falando sobre ela na internet. Uma piada de blogueiros diz que eles podem causar diversos problemas nas finais de semana, já que as grandes empresas não monitoram suas marcas neste período. Não deixe sua marca ser a próxima.

Por B.L. Ochman, estrategista de marketing e blogueira, na AdAge.

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Google X Twitter: capítulos de uma novela!

10/04/2009

Você já ouviu falar do Jaiku? Na mesma linha do Twitter foi criado em 2006 pelos finlandeses Jyri Engeström e Petteri Koponen.

Em 2007, o Google adquiriu a ferramenta para planejar o uso de ideias e de tecnologia por trás do aplicativo para fazer produtos mais úteis. Dois anos se passaram e o Jaiku não foi para frente. A falta de inovação e erros frequentes deixaram os usuários insatisfeitos, Enquanto isso, o concorrente direto só cresceu – entre fevereiro de 2008 e fevereiro de 2009, a taxa de crescimento do Twitter foi de 1.382%. 

Até mesmo o Google usou o Twitter para dar um “show”de atuação no mercado das Redes Sociais. Neste mês, a empresa criou uma conta oficial no serviço de microblogs e, no mesmo dia, começou a disparar suas micromensagens. Foi o bastante para causar um enorme frenesi na rede. No primeiro dia até o fim da tarde, o perfil @google contava com nada menos do que 38 297 seguidores. 

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Por que será? Twitter pode começar a cobrar por contas corporativas

11/02/2009

O Twitter, uma das redes sociais que mais cresceram nos últimos meses, poderá começar a cobrar de empresas que utilizam a ferramenta para se promover.Em entrevista à inglesa Marketing Magazine, Biz Stone, co-fundador do Twitter, afirmou que cada vez mais empresas aderindo à rede social, assim como indivíduos que se tornam seguidores destas companhias. Para os usuários individuais, no entanto, está garantido que não haverá tarifação.

Stone defende que o Twitter pode identificar maneiras de tornar a experiência de contato entre empresa e cliente mais valiosa e, assim, cobrar por essas contas corporativas. Algumas empresas, no entanto, já se mostraram desfavoráveis à possível decisão da start-up americana.

Fica a minha pergunta: como será o critério de cobrança deles?
Outra pergunta: se uma pessoa física começa a fazer sucesso na rede ao vender um produto ou um serviço caseiro, eles também vão cobrar?

Na minha opinião, idéia boa para o bolso deles e fraca sob o ponto de vista da Web 2.0!

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