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Campus Party

03/02/2009

Ainda na onda dos “campuseiros” segue uma dica de leitura muito interessante – “Campus Party cresceu como a internet“, de Julio Daio Borges. O texto é bem legal, pois fala das origens do evento e sobre como ele cresceu ao longo dos anos.

A grande festa da internet começou na Espanha – mais precisamente na cidade de Valência, em 1997. De encontros de motociclistas à “LAN Party”, muita coisa aconteceu. Confira este e outros artigos que falam sobre o sucesso da edição brasileira.

Façam a festa!

Uma saudável relação entre cultura e tecnologia
Por Henrique Costa Pereira
O Campus Party não é um local de adoração da tecnologia, mas sim de encontrar pessoas, com seus modos de vidas e formas de expressão. Gente e tecnologia sempre se atraem.

Campus Party foi oportunidade para empreendedores
Por Adriana Azevedo
Um lugar com tanta gente interessada em tecnologia, relacionamento, novidades e aparelhos eletrônicos serve para quê? Mostrar serviço e vontade de crescer.

Sites grandes discutem a influência das mídias sociais
Por Alessandra Mazzariolli
Editores de sites como Abril e Estadão debatem no Campus Party como as publicações de empresas de jornalismo se relacionam com as mídias sociais. E como procuram se adaptar a elas.

Todo mundo se incluindo no Campus Party
Por Adriana Azevedo
O mundo mudou e precisamos mudar com ele. A frase de Barack Obama serve bem para ilustrar a filosofia do Campus Party, em clima de integração, inclusão e (por que não?) marketing.

Tim Berners-Lee aponta: semântica e data portability
Por Diego Gomes
Ele inventou a web, digamos assim, e na Campus Party mostrou de novo o amanhã: os dados que se combinam e fazer emergir aquilo que estiver organizado e padronizado. E vamos defender os padrões abertos.

Campus Party é uma rede social ao vivo e a cores
Por Adriana Azevedo
O futuro é de todo mundo e não é de ninguém: empresas que participam como expositoras no Campus Party adotam um discurso bem mais perto da colaboração do que da concorrência. Grandes como Google e Nokia foram ausências sentidas.

 Fonte: Webinsider – Leitura obrigatória

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Publicidade: hábitos do consumidor jovem

11/12/2008

A pesquisa “Novos Consumidores 2″, realizada pelo Núcleo Jovem da Editora Abril, aponta o pop-up como o formato com pior índice NC. Você já ouviu falar neste índice? Não, então preste atenção:

NC = Novos Consumidores.
Bem óbvio, né? Ele foi criado para apontar como os jovens percebem as mídias levando em consideração os resultados quantitativos e qualitativos da pesquisa.
O NC Negativo vai de -100 a -20; e no
NC Neutro a pontuação varia de -20 a 20.

Na pesquisa o pop-up (a janela que abre ao visitar uma página web)
atingiu -81 pontos, seguido dos panfletos, com -57, e faixa na rua, com -53.

Entre os formatos com NC Positivo, o preferido pelos jovens foi eventos, com 66 de índice, seguido dos comerciais de TV de 30 segundos, com 55, e advergames customizados, com 48. Dentro do NC Neutro as que mais se aproximam dos índices positivos são Busdoor, com 19 pontos, e Outdoor, com 18.

O estudo é bem interessante, pois leva em consideração a relação dos jovens com espaços e formatos publicitários diversificados (impresso, eletrônico e binário). Levando-se em conta que muitos jovens preferem a internet à TV, ao jornal e às revistas, a pesquisa mostra o que garotos e garotas, de 13 a 24 anos, gostam e não gostam nos meios publicitários e mais uma vez a internet está no topo dos mais admirados e odiados…

Sobre esse assunto vale escutar o podcast do Podecrer (Webinsider). A edição 22 do Podcrer revela que o público que acessa a internet é maior do que as pesquisas indicam. O que isso implica em relação ao aumento de verbas de publicidade? Mudanças nos hábitos do consumidor.